Angustia, sofreguidão
Disperso distante do amor
Num descompaso insone
Perambulando por ruas dormentes
Um grito mudo
chamando por quem nao pode mais ouvir
Súplica, choro
solidao
nada mais resta, com as maos e o corpo livre, sem rancor, apenas mágoa dilatante
quinta-feira, 26 de março de 2009
terça-feira, 24 de março de 2009
Balderrama
Mercedes Sosa
A orillitas del canal
Cuando llega la mañana
Sale cantando la noche
Desde lo de balderrama
Adentro puro temblor
El bombo con la baguala
Y se alborota quemando
Dele chispear la guitarra
Lucero, solito
Brote del alba
Donde iremos a parar
Si se apaga balderrama
Si uno se pone a cantar
Un cochero lo acompaña
Y en cada vaso de vino
Tiembla el lucero del alba
Zamba del amanecer
Arrullo de balderrama
Canta por la medianoche
Llora por la madrugada.
A orillitas del canal
Cuando llega la mañana
Sale cantando la noche
Desde lo de balderrama
Adentro puro temblor
El bombo con la baguala
Y se alborota quemando
Dele chispear la guitarra
Lucero, solito
Brote del alba
Donde iremos a parar
Si se apaga balderrama
Si uno se pone a cantar
Un cochero lo acompaña
Y en cada vaso de vino
Tiembla el lucero del alba
Zamba del amanecer
Arrullo de balderrama
Canta por la medianoche
Llora por la madrugada.
segunda-feira, 23 de março de 2009
Todas as vozes, todas (Mercedes Sosa)
Emir Sader
Agência Carta Maior
Pode ser que não represente refresco para Evo Morales, Hugo Chavez, Rafael Correa, Lula, Mauricio Funes, Fernando Lugo, mas os disparos da mídia privada latino-americana (e suas matrizes norte-americanas), no seu papel de direção político-ideológica da direita no continente, reservarão pólvora especial para Cristina Kirchner no próximo período.
É que ela simplesmente mandou ao Congresso argentino um Projeto de Lei de Serviços de Comunicação Social, para substituir o que tinha sido imposto pela ditadura militar em 1980. Naquela época, o diário Clarin – um dos baluartes da oposição hoje – saudava o fim do governo de Videla – hoje condenado e execrado nacionalmente – da seguinte forma: “Ao final de cinco ano há um saldo de ordem, de segurança; de paz interna imposta pela força militar e esmagadoramente consentida pela civilidade. Videla volta a seu lar acompanhado pelo respeito e a consideração dos que reconheceram sua honestidade e seu patriotismo”.
Leia o texto na integra aqui
Agência Carta Maior
Pode ser que não represente refresco para Evo Morales, Hugo Chavez, Rafael Correa, Lula, Mauricio Funes, Fernando Lugo, mas os disparos da mídia privada latino-americana (e suas matrizes norte-americanas), no seu papel de direção político-ideológica da direita no continente, reservarão pólvora especial para Cristina Kirchner no próximo período.
É que ela simplesmente mandou ao Congresso argentino um Projeto de Lei de Serviços de Comunicação Social, para substituir o que tinha sido imposto pela ditadura militar em 1980. Naquela época, o diário Clarin – um dos baluartes da oposição hoje – saudava o fim do governo de Videla – hoje condenado e execrado nacionalmente – da seguinte forma: “Ao final de cinco ano há um saldo de ordem, de segurança; de paz interna imposta pela força militar e esmagadoramente consentida pela civilidade. Videla volta a seu lar acompanhado pelo respeito e a consideração dos que reconheceram sua honestidade e seu patriotismo”.
Leia o texto na integra aqui
DE "V INTERNACIONAL"
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